Era bom na arte dos pretextos, mas nunca os encontrava aos sábados, nos instantes seguintes à Vera e seus maços de silêncios. Quando a viu pela primeira vez, barulhenta, testando sua rotina, quis tê-la por perto. Hoje, só o que deseja é tirá-la dos livros na estante, dos vários discos espalhados pela sala e da luz que entra pela fresta da janela.
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