Domingos com eles são bons, devo dizer. Não só pelo prazer de vê-los musicando no ar ou em silêncio, mastigando pensamentos, prontos para transbordar milhões de frases de efeito. Não me recordo do exato momento em que nascemos um para o outro, a verdade é que isso não importa mais. Aconteceu. Ela, com idéias transbordantes, caçadora de palavras, sorriso sincero e vontades expansivas. Ele, com a voz macia, encantando com seus acordes e abraços confortáveis. E eu, que ainda estou a descobrir minhas razões no Jardim Japonês, aspirando que ele dure por muito tempo, todo tempo nosso.
2 comentários:
Oi fui comme voce na Curitiba!!!
Eles são bem. Poço entender todo dia sua musica. Diidididii...
Hahahaha... como é que é?
como não bastasse essa 'morena que canta com vontade', esse comentário comprometedor... rsrsrs.
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