25.8.10

meio tom

Descobri, entre um passo e outro, aquilo que não pode ser. Não é culpa do tempo, dos dias atrasados ou desse calor que me corta. Tampouco culparei o Universo, hoje não. Às vezes é preciso abstrair certas vontades, abandoná-las antes que transbordem e com muito custo não olhar para trás.

3 comentários:

Diego Guerra disse...

Triste, muito triste. Mais do que o calor, as palavras também cortam.

Penso que às vezes é melhor não correr o risco de buscar a alegria de encontrar um texto aqui.

Ivan disse...

Brunna!
As tonalidades, os centímetros...!
Por que você está medindo o mundo?
Beijo
Ivan

Barbara disse...

as coisas que você escreve me fazem bem, não sei muito bem por quê.